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<title>Uma espécie de blog a partir da fotografia</title>
<link>http://www.renatoroque.com/umaespeciedeblog</link>
<description>renato roque © rroque    </description>
<language>en-us</language>
<copyright>Copyright 2010 rroque</copyright>
<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:39:04 GMT</pubDate>
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<title>2010-04 - Sejamos modernos, sejamos radicais</title>
<description>&lt;table class=&quot;twtable&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr class=&quot;evenRow&quot;&gt;&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;./wikiImages/serralvesAB.jpg&quot; title=&quot;Serralves&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;indent&quot;&gt;&lt;sup&gt;Sejamos modernos, sejamos radicais&lt;br&gt;...&lt;br&gt; E além do mais eu não digo nada aos teus pais&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span class=&quot;indent&quot;&gt;&lt;em&gt;Daniel Maia Pinto Rodrigues&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class=&quot;indent&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;sup&gt;©Renato Roque, Serralves, Fevereiro 2010&lt;/sup&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;Tenho dito aqui mais do que uma vez que gosto de ir a Serralves. Gosto do espaço, gosto dos jardins. Muitas vezes gosto do que lá vejo, outras vezes não. Senti-me obrigado a afirmá-lo repetidamente porque alguns textos críticos nesta espécie de blog poderiam ser por alguns mal interpretados. Eu acho que vale a pena criticar aquilo de que se gosta, aliás só vale a pena criticar aquilo de que se gosta ou por causa de alguma coisa de que se gosta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Também por isso aquilo que tenho lido na comunicação social sobre a forma como a Fundação de Serralves se tem portado com os seus trabalhadores não me poderia deixar sem palavras. Não que tais factos me espantem, espantar o quê?,  quando correspondem a uma visão dominante de que o trabalho deve ser precário, em nome de uma flexibilidade e às vezes até de uma utopia (uma mentira? será que acreditam nisso?): uma sociedade sem vínculos laborais, sem patrões, onde cada um seria um empresário de si próprio. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os prémios dos administradores das empresas públicas e privadas e a sua história poderiam permitir-nos perceber o que seria esta sociedade utópica.  Se todos eles passam com toda a facilidade de umas para outras, independentemente dos resultados, porque não há acontecer o mesmo aos funcionários de Serralves, do Continente, ou da IKEA. Se os trabalhadores quisessem, esta utopia seria possível. Não era? É uma pena ainda haver tanta gente céptica, apesar do esforço das elites deste país. Não é?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Porque haveria Serralves de ser diferente? Porque organiza umas exposições e uns eventos de alguns autores de vanguarda? Porque é uma instituição cultural de referência no Porto e no País? Porque é moderna e às vezes parece radical?&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
<category>2010-04</category>
<category>EspantaOQuê</category>
<category>Serralves</category>
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<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:38:58 GMT</pubDate>
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